Catalisador
Catalyst
Insignia
Insígnia
Insígnia - A Arma Secreta
Insígnia - Catalisador
Kincaid
resenha
S.J. Kincaid
Resenha | Catalisador (Insígnia - Livro 3)
By João 7/02/2015 09:47:00 AM Catalisador , Catalyst , Insignia , Insígnia , Insígnia - A Arma Secreta , Insígnia - Catalisador , Kincaid , resenha , S.J. Kincaid
Título: Insígnia - CatalisadorTítulo Original: Catalyst
Autor(a): S. J. Kincaid
Editora: Vergara & Riba
Ano: 2015
Páginas: 456
Sinopse: Tom Raines e seus amigos estão ansiosos para voltar ao Pentagonal Spire e continuar seu treinamento nas Forças Intrassolares. Ainda que este seja um momento em que as coisas não pareçam estar tão bem, Tom não se intimida e persiste em lutar.O que começa como um ajuste de contas intrigante entre Tom e seu pai logo se transforma em uma mudança perigosa, pois há agentes suspeitos em posições de poder, bem como revelações sobre um novo controle militar. Isso significa, talvez, que Tom tenha que manter segredos inclusive de seus aliados.
“Catalisador” é o volume final da trilogia Insígnia, que se passa em um futuro distópico não tão distante durante a Terceira Guerra Mundial. As batalhas são travadas no espaço, sendo controladas por jovens que permanecem em segurança na Terra. O protagonista Tom, que vive se mudando constantemente com o pai, é escolhido para se tornar uma dessas pessoas. A partir daí vemos o treinamento dele e outras tramas que vão sendo desenvolvidas no decorrer dos outros volumes.
Vale a pena ler a trilogia? Sim. Apesar da decepção que tive com o segundo volume, consegui superar e aproveitar o final. Para mim, a autora chegou no ápice logo no primeiro livro, mas isso não quer dizer que as continuações sejam perda de tempo.
Após um primeiro volume incrível que me prendeu do início ao fim, me decepcionei com a continuação e fiquei bem desanimado com relação ao desfecho da história. Apesar de continuar achando o primeiro livro o melhor da série, a autora conseguiu recuperar um pouco do ritmo e entregou um final satisfatório.
A narrativa de Kincaid é incrivelmente rápida e gostosa de ser lida. Apesar das mais de 400 páginas, o livro é super leve e você consegue avançar bastante na leitura antes de cansar. O bom humor também pode ser notado em todo o decorrer da história. Tom tem boas tiradas e os diálogos entre ele e os amigos sempre são engraçados.
Trata-se de uma distopia com cenas que se passam em realidades virtuais. Também vemos coisas como processadores neurais e cérebros sendo reprogramados. Neste último volume, a autora abordou um pouco mais as questões “políticas”, mostrando pessoas que querem usar Tom e sua mente para fins próprios. Eu, particularmente, adoro os toques tecnológicos que são mostrados na história e achei esse volume bem balanceado nesse quesito.
Resenha | Insígnia - A Arma Secreta (Insígnia - Livro 1)
By João 3/29/2014 04:33:00 PM distopia , Insígnia , Insígnia - A Arma Secreta , resenha , S.J. Kincaid
Título: Insígnia - A Arma Secreta
Título Original: Insignia
Autor(a): S.J. Kicaid
Editora: Vergara & Riba
Ano: 2013
Páginas: 502
Sinopse: Considerado um fracassado por todos, com uma aparência pouco digna de atenção e uma vida cheia de incertezas, Tom Raines é um garoto de 14 anos que possui apenas uma habilidade – jogar videogame. Durante anos perambulou de cassino em cassino com seu pai, um jogador sem sorte, que fazia de seu vício um meio de sobrevivência e, a cada dia, iniciava uma jornada em busca de um “lar”, mesmo que isso significasse um quarto qualquer pago com um pouco de dinheiro ganho em apostas. Certo dia, ao ter seus combates virtuais monitorados por um general, Tom é convidado para integrar a elite do Exército e usar seu talento para ajudar o seu país a vencer a Terceira Guerra Mundial. Neste combate, os oponentes são empresas multinacionais e não há vítimas humanas. Sediada no sistema solar, a disputa principal é o controle sobre os direitos de mineração e recursos naturais em extinção. Os combatentes são, na verdade, máquinas controladas pela força da mente dos adolescentes, através de dispositivos implantados em seu cérebro. Tom então percebe que essa será a oportunidade de tornar-se alguém importante e conquistar sucesso, amigos e um amor de verdade.
Na trama, a Terceira Guerra Mundial está acontecendo, mas de uma forma bem diferente. Nela, as batalhas acontecem no espaço, com naves controladas por adolescentes que permanecem seguros na Terra. É nesse cenário que conhecemos Tom, um adolescente de 14 anos que vive com o pai, sem residência fixa. A situação deles é bem precária, com o pai de Tom tentando a vida em cassinos. Devido a tudo isso, Tom não tem como frequentar uma escola normal, então, ele frequenta uma escola em um ambiente de realidade virtual. Um dia, enquanto estava em um desses ambientes virtuais, Tom é convidado a ser treinado para se tornar um dos adolescentes que comandam as naves nas batalhas. E é a partir desse convite que a história se desenrola.
Além de ser uma distopia, esse livro tem uma temática de jogos, ambientes de realidade virtual e me chamou a atenção assim que eu li a sinopse. O livro me lembrou bastante de Jogador Nº 1 por envolver realidades virtuais e etc, mas Insígnia não foca somente nisso, explorando mais a sociedade criada pela autora e também mostra um lado mais político dessa sociedade. A autora acertou na hora de apresentar o leitor a essa realidade criada por ela, de forma que não ficou chato ler as partes em que ela explicava como funcionava essa sociedade.
A autora soube montar a narrativa de uma forma que fez eu não ter ideia nenhuma do rumo que a história estava tomando. Ela também soube apresentar personagens que, até o final do livro, eu não sabia de que lado estavam. Outro ponto positivo do livro, pelo menos para mim, é o fato de que ele não tem romance. Não sei se esse elemento será introduzido nos próximos livros, mas acho que, caso seja, não será uma coisa exagerada, justamente por não ter sido abordado no primeiro livro.
Narrado pelo ponto de vista de Tom, Insígnia também tem boas cenas de ação, que apesar de se passarem, na maioria das vezes, em realidades virtuais, não deixam de ser boas. Mesmo tendo vários capítulos em que você não consegue largar o livro (Sabe aqueles capítulos com uma bomba no final?), em outros, a narrativa era um pouco parada, tornando a leitura um pouco arrastada. Mas só nesses pontos. No geral, a narrativa é bem fluente.
Enfim, Insígnia me surpreendeu e se mostrou uma leitura rápida e bem divertida. Estou bastante empolgado para ler o próximo livro da série, Vortex, que ainda não foi lançado no Brasil.
Nota: 9/10
OBS: A edição brasileira está bem caprichada. Tem uma boa diagramação e um acabamento bem legal, que tem tudo a ver com a história.


